De acordo com o engenheiro de segurança da Cemig, Demetrio Aguiar, o ideal é que a altura máxima dos veículos, incluindo adornos, mastros e enfeites, seja no mínimo a 1,5 metro inferior à altura dos fios e equipamentos elétricos da rede de distribuição de energia.
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O empreendimento, realizado pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), prevê a construção de uma estrutura de captação de água do leito do Rio Pacuí, com vazão de 350 litros de água por segundo, respeitando os limites de segurança para que o rio não sofra com impactos ambientais.
Na ocasião, o governador ainda assinou despacho doando um terreno à prefeitura daquele município para regularização fundiária dos moradores da ex-Colônia Santa Izabel, permitindo assim a entrega de títulos de propriedade aos moradores do local.
As barracas devem ter suas instalações elétricas protegidas por disjuntor e serem feitas por um eletricista profissional. A fiação deve ser disposta de forma que fique protegida, para não haver o risco de energização acidental da estrutura das barracas, o que ocasionaria risco iminente às pessoas.
Serpentinas e confetes contém, geralmente, metal em sua composição e podem causar curto-circuito quando em contato com a rede elétrica. Segundo o engenheiro da Cemig, Demétrio Aguiar, os artefatos metalizados são itens perigosos e não devem ser utilizados, nem antes, durante ou depois do carnaval.
Os motoristas de veículos de grande porte que não respeitarem as restrições estarão sujeitos às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro, o que representará a perda de quatro pontos na carteira, multa de R$ 130,16 e retenção do veículo até o término do horário limite.
O compromisso do Governo de Minas Gerais com as famílias carentes que honraram após longos anos seus contratos com a Cohab Minas e precisavam do apoio judicial para regularizarem seus imóveis foi destacado pelo presidente da companhia.
Os carros serão leiloados no estado de conservação e condições em que se encontram, não cabendo qualquer reclamação posterior. O pagamento do bem arrematado deverá ser feito em 100%, com até 48 horas após a data de realização do leilão, exclusivamente por meio de boleto bancário que será entregue.
O Hospital passou a funcionar com 100% da capacidade desde a última terça-feira (12/12). Inaugurado em 2015, vinha operando abaixo da capacidade. Agora, tem condições de receber até 2,2 mil internações (sendo 1,5 mil cirúrgicas), 3,4 mil consultas de pré e pós-operatório e 27,8 mil exames por mês.
Após a transferência ser oficializada em cartório, ficará a cargo da Cohab Minas, por determinação do Estado, promover a completa regularização fundiária urbana da área, na forma da Lei 13.465/2017, a ser concluída no prazo de até 5 (cinco) anos.
Os resultados da pesquisa apontaram que, no Brasil, 86% dos domicílios estavam ligados à rede geral de água, 7% tinham como fonte de água o poço artesiano e os demais (7%) recorriam a fontes variadas como cisternas, nascentes e outras formas de abastecimento.
A área, de 607 mil metros quadrados, será destinada à ampliação do distrito industrial e atração de novas empresas para região, dinamizando a economia. O terreno foi alvo de uma disputa judicial no passado, entre Estado e prefeitura, e a atual gestão se empenhou em regularizar.