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Prefeituras têm até 30 de junho para retirar agrosilício e fomentar produção rural

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Municípios devem estar, previamente cadastrados, e retirar o produto na fábrica; envio de análises de solo é obrigatório
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Divulgação Harsco / Seapa

Os gestores municipais que buscam fomentar ainda mais a produção rural em seu município e são participantes do Projeto de Doação de Agrosilício - parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura e a Harsco - devem se atentar para o prazo final para retirada do insumo. Os municípios cadastrados devem retirar o produto, diretamente na fábrica da Harsco Environmental, em Timóteo, impreterivelmente até 30 de junho de 2026. Após essa data, não será mais possível retirar o fertilizante.

Além disso, é indispensável o envio das análises de solo, requisito obrigatório para a correta aplicação do agrosilício e para assegurar maior eficiência no uso do insumo. As análises devem ser encaminhadas para o e-mail agrosilicio@agricultura.mg.gov.br.

O programa é realizado em parceria entre a Seapa-MG, a Emater-MG e a Harsco Environmental, com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar, promover a melhoria da qualidade do solo e ampliar a produtividade das lavouras mineiras. Desde o início da iniciativa, em fevereiro de 2024, já foram doadas cerca de 18,4 mil toneladas de agrosilício, beneficiando mais de 2 mil agricultores familiares em 201 municípios mineiros. 

Mais resistência a pragas e doenças

O agrosilício atua como fertilizante e corretivo de solo, ajudando a reduzir a acidez e potencializando a absorção de nutrientes pelas plantas. O produto  contém silício em sua composição, elemento que proporciona maior resistência das culturas ao ataque de pragas e doenças, contribuindo para a redução de custos e para uma produção mais sustentável. Segundo informações do programa, o uso do insumo pode elevar de duas a três vezes a produtividade em uma mesma área cultivada, além de acelerar o preparo do solo em comparação ao calcário tradicional.

Outro diferencial da iniciativa é a assistência técnica oferecida pela Emater-MG, que acompanha os produtores desde a coleta e interpretação das análises de solo até a orientação sobre a aplicação adequada do fertilizante. A exigência da análise também tem incentivado os agricultores familiares a adotarem práticas mais eficientes de manejo e fertilidade do solo.

É fundamental que os municípios não deixem a retirada para os últimos dias, a fim de evitar imprevistos na logística de distribuição.

 

 

 

Assessoria de Comunicação Social- Secretaria de Agricultura- Seapa
Jornalista Responsável: Josiane Souza
Imagem: Divulgação Harsco / Seapa

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