Focos de raiva dos herbívoros diminuem em Minas
Publicado em:
De acordo um levantamento da Gerência de Defesa Animal do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), o número de focos de raiva dos herbívoros, animais que se alimentam de gramíneas, no estado, caiu em relação ao ano passado. Em 2006 foram registrados 257 focos da doença contra 170 este ano, considerando até o mês de outubro.
Os números também apontam para uma melhor conscientização do produtor rural. Apesar da vacinação não ser obrigatória, é apenas recomendada pelo Instituto, o número de animais vacinados este ano aumentou. Em 2006, 66% do gado mineiro foi imunizado. Em 2007, até outubro, o número já era o mesmo. A raiva não tem cura para animais e só a vacinação os protegem.
O IMA, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é o responsável pelo controle da raiva dos herbívoros no estado. Com o objetivo de reduzir os índices da raiva bovina, doença que causa prejuízos à pecuária mineira, o Instituto atua em conformidade com o Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias (PNCRH) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
As ações do Programa estão baseadas na vacinação dos rebanhos herbívoros, no controle dos morcegos hematófagos, que se alimentam do sangue de diversos animais e em outros procedimentos e medidas efetivas de controle. Equipes espalhadas por todo o estado realizam vistorias em possíveis abrigos como cavernas, ocos de árvores e bueiros e atendem a chamados de proprietários rurais para coletar materiais para exame de raiva.
Além disso, são aplicados aos morcegos capturados a pasta vampiricida, um produto que é aplicado no dorso do animal que, em seguida é solto. Como os morcegos hematófagos têm o hábito de se lamber, a pasta se espalha pela colônia. O produto que é fabricado nos laboratórios do IMA, é a base de warfarina, substância com ação anticoagulante que depois de ingerida produz nos morcegos hemorragias intensas e generalizadas, levando-os à morte. Seu uso é criterioso e restrito às áreas com diagnóstico positivo e com grande número de animais sugados.
Os morcegos só saem à noite para se alimentar e, geralmente, atacam os animais na tábua do pescoço. O animal atacado fica com um ferimento pequeno e com sangue escorrido. A pasta vampiricida também deve ser passada, com o auxílio de uma espátula, nas feridas deixadas pelos morcegos nos animais e, de preferência, no fim da tarde. Além dos hematófagos, outras espécies também podem ter o vírus da raiva, por isso recomenda-se não mexer em nenhum tipo de morcego, vivo ou morto.
Foram capturados até outubro de 2007, 4.507 morcegos hematófagos. Além dessas capturas, o IMA também realiza diversas ações de educação sanitária como palestras em escolas e capacita técnicos de todo estado para a realização dos trabalhos nessa área.
O Instituto alerta os produtores para que comuniquem imediatamente uma unidade mais próxima, caso descubra algum abrigo de morcegos ou se houver sinais de ataques aos seus animais.
A doença
A raiva é uma doença causada por um vírus que ataca o sistema nervoso. Pode ocorrer em todos os mamíferos, inclusive no homem. O animal doente elimina o vírus pela saliva, transmitindo a doença quando morde, arranha ou lambe outro animal ou o homem. O principal transmissor da doença para o homem é o cão.
Quando ficam doentes os animais apresentam os seguintes sintomas: isolam-se dos demais, têm dificuldade para urinar e defecar, parecem estar engasgados, tem paralisia das patas traseiras, quando caem têm movimentos de pedalagem e não conseguem mais se levantar e, ao final, morrem.
A pessoa que for atacada por um animal, mesmo que ele tenha sido vacinado ou tiver contato com morcegos e animais desconhecidos, deve lavar bem a ferida e procurar imediatamente um Posto de Saúde.
Os números também apontam para uma melhor conscientização do produtor rural. Apesar da vacinação não ser obrigatória, é apenas recomendada pelo Instituto, o número de animais vacinados este ano aumentou. Em 2006, 66% do gado mineiro foi imunizado. Em 2007, até outubro, o número já era o mesmo. A raiva não tem cura para animais e só a vacinação os protegem.
O IMA, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é o responsável pelo controle da raiva dos herbívoros no estado. Com o objetivo de reduzir os índices da raiva bovina, doença que causa prejuízos à pecuária mineira, o Instituto atua em conformidade com o Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias (PNCRH) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
As ações do Programa estão baseadas na vacinação dos rebanhos herbívoros, no controle dos morcegos hematófagos, que se alimentam do sangue de diversos animais e em outros procedimentos e medidas efetivas de controle. Equipes espalhadas por todo o estado realizam vistorias em possíveis abrigos como cavernas, ocos de árvores e bueiros e atendem a chamados de proprietários rurais para coletar materiais para exame de raiva.
Além disso, são aplicados aos morcegos capturados a pasta vampiricida, um produto que é aplicado no dorso do animal que, em seguida é solto. Como os morcegos hematófagos têm o hábito de se lamber, a pasta se espalha pela colônia. O produto que é fabricado nos laboratórios do IMA, é a base de warfarina, substância com ação anticoagulante que depois de ingerida produz nos morcegos hemorragias intensas e generalizadas, levando-os à morte. Seu uso é criterioso e restrito às áreas com diagnóstico positivo e com grande número de animais sugados.
Os morcegos só saem à noite para se alimentar e, geralmente, atacam os animais na tábua do pescoço. O animal atacado fica com um ferimento pequeno e com sangue escorrido. A pasta vampiricida também deve ser passada, com o auxílio de uma espátula, nas feridas deixadas pelos morcegos nos animais e, de preferência, no fim da tarde. Além dos hematófagos, outras espécies também podem ter o vírus da raiva, por isso recomenda-se não mexer em nenhum tipo de morcego, vivo ou morto.
Foram capturados até outubro de 2007, 4.507 morcegos hematófagos. Além dessas capturas, o IMA também realiza diversas ações de educação sanitária como palestras em escolas e capacita técnicos de todo estado para a realização dos trabalhos nessa área.
O Instituto alerta os produtores para que comuniquem imediatamente uma unidade mais próxima, caso descubra algum abrigo de morcegos ou se houver sinais de ataques aos seus animais.
A doença
A raiva é uma doença causada por um vírus que ataca o sistema nervoso. Pode ocorrer em todos os mamíferos, inclusive no homem. O animal doente elimina o vírus pela saliva, transmitindo a doença quando morde, arranha ou lambe outro animal ou o homem. O principal transmissor da doença para o homem é o cão.
Quando ficam doentes os animais apresentam os seguintes sintomas: isolam-se dos demais, têm dificuldade para urinar e defecar, parecem estar engasgados, tem paralisia das patas traseiras, quando caem têm movimentos de pedalagem e não conseguem mais se levantar e, ao final, morrem.
A pessoa que for atacada por um animal, mesmo que ele tenha sido vacinado ou tiver contato com morcegos e animais desconhecidos, deve lavar bem a ferida e procurar imediatamente um Posto de Saúde.
Compartilhe via:
Dúvidas?
Fale Conosco