Floricultura em Minas ganha impulso com novo laboratório da EPAMIG
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FLORICULTURA EM MINAS GANHA IMPULSO COM NOVO LABORATÓRIO DA EPAMIG
Objetivo é agilizar pesquisas e fornecer mudas de alta qualidade
A Fazenda Experimental Risoleta Neves (FERN), da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), em São João del-Rei, vai ganhar um laboratório de micropropagação, que será destinado à pesquisa na área de floricultura e à produção de mudas.
Na aquisição do laboratório, cujas obras estão em processo de licitação, estão sendo investidos mais de R$ 400 mil, resultado de parceria entre EPAMIG, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).
Com esse laboratório, a EPAMIG poderá fornecer mudas de melhor qualidade, ou seja, totalmente isentas de doenças. “O laboratório tem capacidade para realização de pesquisas e treinamentos e pode absorver estagiários, bolsistas e estudantes de mestrado e doutorado”, adianta o gerente da FERN, Mauro Lúcio de Resende, que acredita que esta seja mais uma forma de aproximar e integrar os trabalhos desenvolvidos na UFSJ e EPAMIG.
Para o presidente da EPAMIG, Baldonedo Napoleão, o laboratório compreende mais uma etapa no esforço para implantar e consolidar a Fazenda Experimental Risoleta Neves como núcleo estadual de pesquisa em floricultura. “Já temos três pesquisadoras doutoras em Floricultura residindo em São João-del Rei, diversos projetos de pesquisa em andamento e muitas atividades de produção e transferência tecnológica realizadas desde a criação da FERN”, disse. Na opinião do presidente, o segmento da floricultura é grande gerador de empregos e, por isto, merece toda atenção. “O que queremos é apoiar com a pesquisa o desenvolvimento da região e do Estado”, explica.
Segundo a pesquisadora da EPAMIG, Elka Fabiana de Almeida, gerente do Programa Floricultura, “a utilização de mudas provenientes de um laboratório de cultura de tecidos proporciona maior produção e rentabilidade aos agricultores. “Isso ocorre porque essas mudas são isentas de problemas fitossanitários e, em conseqüência, o produtor terá menos gastos com pulverizações de defensivos”, explica. Segundo ela, além disso, a micropropagação possibilita a multiplicação de plantas com características genéticas desejáveis, o que favorece o cultivo comercial e a qualidade das flores, frutas ou hortaliças produzidas. “Muitos produtores de flores de Minas Gerais e de outros estados não têm acesso a mudas de qualidade devido ao número reduzido de laboratórios desse tipo em todo o país”, observa a pesquisadora, acrescentando que a procura por mudas já é bemexpressiva na FERN. “Foi desta forma que percebemos a necessidade de implantação desse laboratório, onde poderemos realizar pesquisas e atender, da melhor maneira possível, à demanda crescente por mudas”, completa.
A previsão é que o laboratório seja inaugurado em outubro. Além dele, a EPAMIG possui outros dois laboratórios de micropropagação, nas unidades de Caldas (Sul de Minas) e Uberaba (Triângulo). Em Janaúba (Norte), um laboratório semelhante está em fase de instalação.
Objetivo é agilizar pesquisas e fornecer mudas de alta qualidade
A Fazenda Experimental Risoleta Neves (FERN), da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), em São João del-Rei, vai ganhar um laboratório de micropropagação, que será destinado à pesquisa na área de floricultura e à produção de mudas.
Na aquisição do laboratório, cujas obras estão em processo de licitação, estão sendo investidos mais de R$ 400 mil, resultado de parceria entre EPAMIG, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).
Com esse laboratório, a EPAMIG poderá fornecer mudas de melhor qualidade, ou seja, totalmente isentas de doenças. “O laboratório tem capacidade para realização de pesquisas e treinamentos e pode absorver estagiários, bolsistas e estudantes de mestrado e doutorado”, adianta o gerente da FERN, Mauro Lúcio de Resende, que acredita que esta seja mais uma forma de aproximar e integrar os trabalhos desenvolvidos na UFSJ e EPAMIG.
Para o presidente da EPAMIG, Baldonedo Napoleão, o laboratório compreende mais uma etapa no esforço para implantar e consolidar a Fazenda Experimental Risoleta Neves como núcleo estadual de pesquisa em floricultura. “Já temos três pesquisadoras doutoras em Floricultura residindo em São João-del Rei, diversos projetos de pesquisa em andamento e muitas atividades de produção e transferência tecnológica realizadas desde a criação da FERN”, disse. Na opinião do presidente, o segmento da floricultura é grande gerador de empregos e, por isto, merece toda atenção. “O que queremos é apoiar com a pesquisa o desenvolvimento da região e do Estado”, explica.
Segundo a pesquisadora da EPAMIG, Elka Fabiana de Almeida, gerente do Programa Floricultura, “a utilização de mudas provenientes de um laboratório de cultura de tecidos proporciona maior produção e rentabilidade aos agricultores. “Isso ocorre porque essas mudas são isentas de problemas fitossanitários e, em conseqüência, o produtor terá menos gastos com pulverizações de defensivos”, explica. Segundo ela, além disso, a micropropagação possibilita a multiplicação de plantas com características genéticas desejáveis, o que favorece o cultivo comercial e a qualidade das flores, frutas ou hortaliças produzidas. “Muitos produtores de flores de Minas Gerais e de outros estados não têm acesso a mudas de qualidade devido ao número reduzido de laboratórios desse tipo em todo o país”, observa a pesquisadora, acrescentando que a procura por mudas já é bemexpressiva na FERN. “Foi desta forma que percebemos a necessidade de implantação desse laboratório, onde poderemos realizar pesquisas e atender, da melhor maneira possível, à demanda crescente por mudas”, completa.
A previsão é que o laboratório seja inaugurado em outubro. Além dele, a EPAMIG possui outros dois laboratórios de micropropagação, nas unidades de Caldas (Sul de Minas) e Uberaba (Triângulo). Em Janaúba (Norte), um laboratório semelhante está em fase de instalação.
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