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Rondon Pacheco

Rondon Pacheco

Rondon Pacheco (15/03/1971 a 15/03/1975)
Natural de Uberlândia (MG), nasceu em 31 de julho de 1919. Filho de Paulino Cota Pacheco e Nicolina dos Santos Pacheco.
Formação: Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Atividades

  • 1º Secretário da Assembléia
  • Presidente do Diretório Acadêmico Afonso Pena
  • Deputado estadual - 1947 a 1951
  • Deputado federal - 1951 a 1971 e 1983 a 1987
  • Membro da Comissão de Constituição e Justiça e Comissão de Transportes - 1952 a 1966
  • Líder da União Democrática Nacional - 1959 a 1961
  • Secretário do Interior e Justiça - 1961 a 1962
  • Secretário-geral da Aliança Renovadora Nacional - 1966
  • Ministro chefe do Gabinete Civil de Costa e Silva - 1967 a 1969
  • Presidente da Aliança Renovadora Nacional - 1970
  • Governador - 1971 a 1975
  • Presidente da Usiminas
  • Presidente do Conselho Curador da Fundação Dom Cabral
  • Conselheiro representante do Estado de Minas Gerais da Fundação do Projeto Rondon

Trajetória

O jovem empreendedor iniciou seus estudos secundários no Ginásio Mineiro de Uberlândia e logo depois foi para Belo Horizonte prestar um curso preparatório para o vestibular de Direito. Durante esse período, morou em uma pensão de estudantes a 200 metros do Palácio da Liberdade, na Avenida Cristóvão Colombo.

Iniciou sua vida política sendo eleito para a Constituinte Estadual no ano de 1947. Foi autor da emenda que permitiu a aprovação do projeto que criou a assistência social destinada ao fomento agrícola, defendeu teses favoráveis ao cooperativismo e contra a intervenção estatal. Durante o governo de João Goulart, aliou-se aos movimentos conservadores que apoiaram a deposição do atual presidente.

Como deputado federal procurou desenvolver a região do Triângulo Mineiro e em especial sua cidade natal, Uberlândia. Conseguiu autorização para a criação da Escola de Engenharia de Uberlândia e acompanhou o processo de regulamentação das Faculdades de Direito e de Filosofia. No início da década de 70, Rondon foi indicado pelo próprio presidente da República e foi eleito governador de Minas pela Assembléia Legislativa em 1971. Em sua gestão, deu forte ênfase ao empreendedorismo e a criação de institutos que fomentassem o crescimento econômico em Minas Gerais.

"Empenhou-se Rondon Pacheco em intensificar o ritmo do crescimento econômico de Minas, buscando realizar plenamente o modelo de desenvolvimento industrial já perseguido por alguns dos governadores que o antecederam. Durante sua gestão, o aparato de governo modernizou-se sensivelmente, entrando numa nova fase avançada de racionalização administrativa" (Dicionário Biográfico de Minas Gerais)

Algumas ações do seu governo:

  • Instalação da Krupp Indústria Mecânica Ltda.
  • Fiat automóveis
  • Iº Plano Mineiro de Desenvolvimento Econômico e Social
  • Criação da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Turismo
  • Construção da hidrelétrica de São Simão e da Termelétrica Igarapé
  • Ampliação da capacidade geradora da Usina de Volta Grande
  • Plano integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte
  • Reorganização do Instituto Estadual de Estatística e do Instituto de Geociências Aplicadas
  • Criação do Centro Tecnológico de Minas Gerais (CETEC)
  • Criação do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA)
  • Projeto Viana de Lima para restauração de Ouro Preto e Mariana
  • Criação da Casa Guimarães Rosa em Cordisburgo
  • Restauração das obras do Aleijadinho no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas/MG
  • Instituição do prêmio literário Guimarães Rosa
  • Construção da Ceasa
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