
Rondon Pacheco (15/03/1971 a 15/03/1975)
Natural de Uberlândia (MG), nasceu em 31 de julho de 1919. Filho de Paulino Cota Pacheco e Nicolina dos Santos Pacheco.
Formação: Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
O jovem empreendedor iniciou seus estudos secundários no Ginásio Mineiro de Uberlândia e logo depois foi para Belo Horizonte prestar um curso preparatório para o vestibular de Direito. Durante esse período, morou em uma pensão de estudantes a 200 metros do Palácio da Liberdade, na Avenida Cristóvão Colombo.
Iniciou sua vida política sendo eleito para a Constituinte Estadual no ano de 1947. Foi autor da emenda que permitiu a aprovação do projeto que criou a assistência social destinada ao fomento agrícola, defendeu teses favoráveis ao cooperativismo e contra a intervenção estatal. Durante o governo de João Goulart, aliou-se aos movimentos conservadores que apoiaram a deposição do atual presidente.
Como deputado federal procurou desenvolver a região do Triângulo Mineiro e em especial sua cidade natal, Uberlândia. Conseguiu autorização para a criação da Escola de Engenharia de Uberlândia e acompanhou o processo de regulamentação das Faculdades de Direito e de Filosofia. No início da década de 70, Rondon foi indicado pelo próprio presidente da República e foi eleito governador de Minas pela Assembléia Legislativa em 1971. Em sua gestão, deu forte ênfase ao empreendedorismo e a criação de institutos que fomentassem o crescimento econômico em Minas Gerais.
"Empenhou-se Rondon Pacheco em intensificar o ritmo do crescimento econômico de Minas, buscando realizar plenamente o modelo de desenvolvimento industrial já perseguido por alguns dos governadores que o antecederam. Durante sua gestão, o aparato de governo modernizou-se sensivelmente, entrando numa nova fase avançada de racionalização administrativa" (Dicionário Biográfico de Minas Gerais)
Algumas ações do seu governo: