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Nossos símbolos

Nossos Símbolos

A constituição estadual de 1989 estabelece três símbolos para o Estado de Minas Gerais: a Bandeira, o Brasão e o Hino.O Brasão é composto por elementos que remetem às principais fontes de riqueza de Minas no século XIX, a mineração e a agricultura.A Bandeira é inspirada na Inconfidência Mineira, com o triângulo idealizado por Joaquim José da Silva Xavier, que ficou conhecido como Tiradentes após esse momento histórico. O hino oficial ainda não foi formalizado. A canção que ganhou maior popularidade, inclusive fora do Estado, foi 'Oh, Minas Gerais'. A letra foi feita pelo compositor mineiro José Duduca de Morais, o De Moraes.O Estado possui também um símbolo não oficial: o Dia de Minas, celebrado em 16 de julho. A data coincide com a fundação de Mariana, primeira cidade de Minas Gerais e foi instituída pela lei 7.561, sancionada pelo governador Francelino Pereira, em 19 de outubro de 1979.

Bandeira

A Bandeira de Minas Gerais é composta por um triângulo vermelho sobre fundo branco, contornado pela expressão em latim “Libertas quae sera tamem” – lema da Inconfidência Mineira -, que significa “Liberdade ainda que tardia”.

A atual bandeira do Estado de Minas Gerais foi instituída pela lei 2.793, de 8 de janeiro de 1963, sancionada pelo então governador José de Magalhães Pinto.

O triângulo remete à santíssima trindade e foi proposto por Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, um dos participantes do movimento da Inconfidência, que buscava a libertação da Coroa Portuguesa. Já a frase em latim foi proposta por Alvarenga Peixoto, outro inconfidente, e foi retirada de um versículo do poeta romano Virgílio.

Brasão

Instituído inicialmente em 1891, pela lei nº 1, de 14 de setembro do mesmo ano, e aprovado em decreto nº 6.498, de 5 de fevereiro de 1924, o Brasão (ou Escudo) do Estado de Minas Gerais é formado por elementos que simbolizam as maiores riquezas da época de sua primeira instituição: a mineração e a agricultura.

A luminária utilizada pelos mineiros sobre duas picaretas simboliza a atividade mineradora e os dois ramos grandes de café e dois ramos pequenos de fumo de cor verde e com flores vermelhas e arroxeadas, a atividade agrícola.

Estes elementos estão sobre uma estrela vermelha, cor também presente na bandeira do Estado, assim como es dizeres Libertas quae sera tamem - expressão latina traduzida como “Liberdade ainda que tardia”, lema da Inconfidência Mineira - acima da estrela no Brasão. Na parte inferior do escudo corre uma faixa com a inscrição “Estado de Minas Gerais” e, num laço abaixo dela, a data da primeira Constituição do Estado: 15 de junho de 1891.

O Brasão é usado no alto de edifícios das repartições públicas estaduais, nas escolas, nos quartéis e em parlatórios de cerimônias oficiais do governo de Minas.

Hino

Minas Gerais não possui um hino oficial. No entanto, várias composições dedicadas ao Estado se tornaram conhecidas ao longo do tempo. Uma delas é o ‘Hino a Minas’, com letra de João Lúcio Brandão, e música do padre João Lehmann. Apesar de nunca ter sido oficializada, no início do século XX, a composição era muito ouvida nas escolas e fazia parte do hinário (livro de hinos) distribuído nos estabelecimentos de ensino.

A canção que ganhou maior popularidade, inclusive fora do Estado, foi ‘Oh, Minas Gerais’. Trata-se de uma adaptação de uma tradicional valsa italiana, chamada Viene sul mare, introduzida no Estado por companhias líricas e teatrais daquele país que vinham ao Brasil no século XIX e início do século XX. A letra foi feita pelo compositor mineiro José Duduca de Morais, o De Moraes, gravada em 1942. Desde então, já foram realizadas diversas gravações do tema, por grandes cantores do Estado e corais de diversas procedências, além de fazer pauta do repertório de muitos grupos de seresta.

Oh, Minas Gerais

Oh! Minas Gerais (bis)
Quem te conhece não esquece jamais
Oh! Minas Gerais...
 
Lindos campos batidos de sol, ondulando num verde sem fim...
E montanhas que à luz do arrebol têm perfume de rosa e jasmim...
Vida calma nas vilas pequenas rodeadas de campos em flor
Doce terra de matas amenas, paraíso de sonho e amor...
 
Lavradores de pele tostada, boiadeiros vestidos de couro...
Operários da indústria pesada, garimpeiros de pedra e de ouro...
E poetas de doce memória e valentes heróis imortais...
Todos eles figuram na história do Brasil e de Minas Gerais.

O que pouca gente sabe é que outro compositor mineiro, Ary Barroso, talvez o mais famoso, da cidade de Ubá e que deu ao Brasil seu hino não oficial, compôs ‘Aquarela Mineira’, samba interpretado na década de 50 por Francisco Alves e, na década de 90, por suas conterrâneas, as gêmeas Celma e Célia, no CD ‘Ary Mineiro’.

Aquarela Mineira

Negras redondas de gordas
Levando a comida dos negros suados,
Dos negros cansados de capinar;
Bate o monjolo a cadência do milho socado.
"- Moleque, olha o gado, inda está no curral
Põe prá pastar!"
Roda o engenho de cana, de cana caiana
É de manhãzinha…
A vida começa, na Fazenda da Barrinha
Minas Gerais, ó meu Minas Gerais,
Se eu pudesse voltar trinta anos atrás
Tocava os meus bois,
Fumava escondido entre os cafezais.
Ó tempinho bom, que não volta mais!

Em Minas Gerais, tem ferro, tem ouro, tutu
Tem gado Zebu,
Tem também, umas toadas,
Alma sonora das quebradas…
Encantos das noites de luar...
E a história do Brasil
Tem muitas páginas heróicas, imortais
Escritas, com sangue mineiro,
Salve, o meu estado de Minas Gerais!

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